Classificação morfossintática

Manjerona é um Substantivo, feminino singular ;

NOME CIENTÍFICO Origanum majorana DESCRIÇÃO DA PLANTA Planta herbácea que chega a atingir 60 cm de altura. Suas folhas são pequenas, ovais, de coloração verde-acizentada. As flores, que vão do branco ao violeta, quando abertas, se tornam um grande atrativo para as abelhas. AROMA E SABOR Odor penetrante, com sabor quente e levemente picante. ORIGEM África e Oriente Médio. COMPOSIÇÃO PROPRIEDADES - expectorante - digestiva - cicatrizante - afrodisíaca FUNÇÕES TERAPÊUTICAS -como infusão, esta erva combate atrites e reumatismo, misturada à água do banho -o seu chá combate gripes e resfriados - o vinagre feito com esta erva, misturado na água do banho, ou friccionado no corpo, ajuda a aliviar o cansaço físico - como infusão, na inalação, ajuda a eliminar muco e catarro, combatendo a sinusite -o óleo essencial beneficia o metabolismo e os órgãos genitais. HISTÓRICO E CURIOSIDADES Era uma das ervas preferidas de Afrodite, (deusa do amor), e simbolizava a felicidade. Conta à lenda, que Afrodite a teria usado para curar as feridas de Enéas. O povo grego costumava plantá-la na frente das casas, como sinal de boas-vindas, pois para eles esta planta simbolizava a felicidade. Na Idade Média, esta erva foi introduzida da Europa, onde, em forma de saches, era muito apreciada pelas damas. Manjeronas silvestres estão presentes por toda a paisagem da Grécia, e a impregnam com o seu perfume. Conta a lenda, que o filho do rei de Chipre, o príncipe Amáraco, o qual se dedicava à arte de fabricar perfumes, ao criar uma fragrância rara e surpreendentemente agradável, ficou tão maravilhado com a sua criação, que deixou que se quebrasse o vaso que continha este perfume. Perante tal perda, deixou que a tristeza tomasse conta de si, e foi definhando até morrer. Comovidos, e conscientes da dedicação do príncipe, os deuses transformaram seu corpo numa planta aromática, à qual deram o nome de amáraco, e que acabou sendo conhecida também como manjerona. PARTES USADAS Folhas – temperos e chás Flores - perfumes FORMAS EM QUE SE ENCONTRA Fresca, seca ou desidratada. COMO CONSERVAR Fresca – lave bem as folhas, coloque-as num recipiente fechado ou em saco plástico próprio para alimentos, e conserve-a na geladeira, por mais ou menos uma semana. Em pó ou desidratada – conserve-a em recipiente fechado, em lugar protegido da umidade. CURIOSIDADES MÍSTICAS Na aroma terapia é indicada para pessoas tristes e deprimidas. Planeta – Mercúrio. USO GERAL Além de condimento, a manjerona já foi aproveitada na forma de suco, na Europa, para tingir lãs (vermelho-púrpura), e para lustrar móveis. USO INDICADO EM ALIMENTOS (Esta erva não deve passar por um cozimento prolongado, pois isso anula o seu sabor.) - carnes vermelhas - aves - legumes - queijo - ovos - peixes - sopas - guisados - saladas

Manjerona Medicinal Usada na inalação, ajuda a eliminar muco e catarro, previnindo a sinusite. O chá de manjerona combate cólicas menstruais e úlcera estomacal. Folhas frescas e cozidas aplicadas com gaze são boas desinflamadoras no caso de pancadas, feridas e tumores. • Pomada para muco nasal infantil: Um molho de folhas secas de manjerona, machucadas e misturadas à gordura vegetal, constitui uma excelente pomada caseira para muco nasal. Unte a mucosa interna duas ou três vezes ao dia. Guarde na geladeira. Efeitos colaterais: Altas doses por longos períodos de tempo apresentam hipertensão arterial. Em pequenas doses não tem problema. É inadequado para água do chimarrão. Contra-indicada para diabéticos. Nomes Populares Manjerona, amáraco Nome Científico origanum manjerona / família Labiadas. Características e Cultivo Arbusto de caules lenhosos, com delicadas folhas opostas, ovaladas, verdes claras e aveludadas na parte de baixo. As flores formam um pequeno buquê em tons de rosa, branco ou lilás. Planta de climas subtropicais e temperados prefere locais ensolarados e protegidos de ventos fortes. ÓLEO ESSENCIAL DE MANJERONA ORÉGANO e MANJERONA SELVAGEM são outros nomes pelos quais este óleo é conhecido (WILD MARJORAM em inglês). PELE: Bons resultados em contusões, acne e frieiras. MENTE E EMOÇÕES: Alivia a ansiedade, a tensão e os traumas emocionais mais profundos. Útil para quando é necessário enfrentar um problema. Diminui a hiperactividade. Muito útil para as pessoas tímidas que ao se tentarem expressar, não encontram as palavras adequadas, ficando ansiosas e descontroladas. USO FÍSICO EM GERAL: Pesquisas recentes têm apontado este óleo como um eficaz remédio no tratamento do cancro. Têm-se mostrado extremamente eficaz no tratamento de infecções de todos os tipos e processos inflamatórios que incluem furúnculos, feridas inflamadas, pneumonia, sinusite, amidalite, artrites, e tuberculose. Também útil em casos de amenorréia (ausência de menstruação) e nas dores menstruais. É considerado um dos óleos mais eficazes na ação antimicrobial e antifúngica. Ajuda a limpar o organismo de toxinas. Alivia as dores musculares e pode ajudar a baixar a pressão arterial. Tem um efeito reconfortante e calorífico. USO ESPIRITUAL: É o óleo ideal para almas ansiosas e atormentadas que vivem num estado de constante agitação interior e exterior, não encontrando a paz na Terra. Auxilia na criação da vibração propícia à ajuda do Arcanjo Rafael na cura dos conflitos e tormentos interiores, de forma a que a paz e harmonia aflorem com naturalidade. OBS.: Conta uma lenda, que Afrodite considerava este óleo, como um símbolo de felicidade. A planta de onde este óleo é extraído era consagrada a Osíris no Egipto e a Vishnu e Shiva na Índia. CUIDADOS: Não usar durante a gravidez e em crianças pequenas. Nunca aplicar diretamente na pele porque pode tornar-se extremamente irritante. O uso excessivo pode provocar sonolência. Origem: A manjerona disseminou-se no mundo à partir do Mediterrâneo e esteve sempre envolvida em lendas antigas quanto às suas origens. Na mitologia grega, era uma das ervas preferida de Afrodite, a deusa do amor, e até hoje é associada à felicidade conjugal, sendo usada em alguns lugares da Grécia como ornamento de coroas de casamento. É também conhecida como "alegria das montanhas". O planeta regente é Mercúrio. Características: Planta perene que atinge até 40 cm de altura. Possui hastes e caules finos (que se tornam lenhosos com o tempo), folhas pequenas e ovaladas, e flores minúsculas brancas ou rosas, em forma de cálice. Cultivo: Prefere solo fértil, leve e arenoso, desde que em posição bem exposta ao sol; deve ser regado com freqüência. Parte dos caules e galhos da planta florida devem ser podados, para que ela volte a brotar com vigor. Reproduz-se mais facilmente por estacas de galho ou mudas separadas da planta mãe. Culinária: Usada como tempero de saladas, massas, recheio de pastéis, feijões, carnes, molhos e pizzas. Frequentemente a erva é confundida com o orégano e o tomilho. Seu sabor no entanto é mais delicado e sutil; o vinagre de manjerona é tradicional nas mesas italianas. Medicina natural: O extrato, a folha e as flores da manjerona são usados como tônicos, sudoríferos, antiespasmódicos, sedativos e analgésicos. Também utilizado sob forma de cataplasmas no tratamento externo de reumatismos. É estimulante intestinal, ajuda a eliminar gases e é usado popularmente para amainar as cólicas menstruais; o chá ajuda a digestão. Uso caseiro: com os galhos secos da planta fazem-se sachês para perfumar roupas, travesseiros de ervas e arranjos de flores. Um bom banho de banheira revigorante e tônico se completa com a inclusão na banheira de uma infusão forte de manjerona. As folhas secas, machucadas e misturadas à gordura vegetal, constituem pomada caseira excelente para combater o muco nasal: unte a mucosa interna com uma fina camada com um cotonete, duas vezes ao dia. O ungüento deve ser guardado em geladeira para não ficar rançoso. Uso mágico: fortalece o amor e protege a casa. Bom para pessoas tristes, para atrair pensamentos alegres e felizes. A manjerona pertence à família das Labiadas; é de origem africana.A manjerona necessita de um solo leve, mas nutritivo. E excelente o solo pantanoso ou semi-pantanoso No cultivo da horta, semeiam-se as sementes (que é melhor misturar com areia) em canteiros. Depois das geadas faz-se a transplantação para terreno livre, distanciando a planta 20 a 40 centímetros. Com bom tempo são possíveis duas colheitas em média. Nas zonas que oferecem perigo de geadas pode proceder-se à sementeira direta em sulcos, na primavera. A capacidade germinativa é de 70 a 90%. A germinação produz-se na terceira semana. A quantidade de sementeira é de 100 g por are. A distância entre as filas deve ser de 25 centímetros. No cultivo em campo aberto, sega-se com a foice toda a planta, antes de dar flor, a uns 5 centímetros do solo, e deixa-se secar em pequenos ramos no mesmo campo, fazendo-se a transladação alguns dias depois, para se estender numa camada ligeira ou dependurar-se em feixes até secar completamente. As plantas cortadas não devem ficar expostas à chuva, porque perdem a cor e assim dificilmente se vendem. A colheita, por 100 m2, é de 24-32 quilos de planta seca. O terreno só pode voltar a semear-se de manjerona anos depois. A manjerona é própria também para o cultivo em vasilhame ou caixotes, tanto mais que para uma família média bastam algumas plantas. Cumpre observar o tempo da colheita, que é imediatamente antes de dar flor, porque a planta possui então maior` força como condimento. Os talos maiores e mais grossos separam-se, quer antes quer depois de secos. Se a separação tiver sido bem feita, a manjerona não deve apresentar manchas pardacentas. A conservação das folhas secas consegue-se nas melhores condições mediante recipientes fechados hermeticamente, para não se perder o aroma. Composição e Propriedades -- As matérias ativas conhecidas até agora são: 3,5% de óleo essencial na planta seca, 4,5% de tanino, aloés e pentosanas. O óleo essencial contém 60% de óleo de terpineol e 40% de outros terpenos. De acordo com os nossos conhecimentos e experiências atuais e por causa do seu teor de óleo essencial e de aloés, a manjerona contém: 1. Elementos dissolventes de mucosidades (expectorantes). 2. Elementos facilitadores da expulsão de água (diuréticos). 3. Elementos que facilitam a expulsão de suor (diaforéticos). 4. Elementos reconstituintes do estômago (estomacais). 5. Elementos analgésicos para aplicação externa em neuralgias. 6. Elementos sedativos sobre o estômago e intestino (carminativos). 7. Elementos que aumentam a produção de leite nas mães lactantes. Aplicações -- Como planta medicinal, a manjerona é um meio suplementar na debilidade digestiva, nas flatulências, cólicas gástricas e intestinais, nas regras defeituosas, nos transtornos na expulsão da urina e nos resfriados. Nas corizas crônicas e para o tratamento de feridas pode utilizar-se um ungüento de manjerona, tal como é preparado nas farmácias. É popular o emprego do óleo de manjerona nas varizes, na gota, no reumatismo e nas doenças glandulares. Como especiaria, a manjerona possui forte cheiro aromático e pronunciado sabor de especiaria. Consome-se gostosamente como condimento nos purês de legumes, lentilhas e feijão, juntamente com tomilho e basílico, assim como para a confecção de molhos. Também não é rara a sua utilização em saladas e legumes, verduras cruas e regimes dietéticos. Deve, porém, ser empregada em pequenas doses, para não se notar excessivamente o seu sabor. Originária do nordeste da África e do Oriente Médio até a Índia, a manjerona (Origanum majorana L.; Majorana hortensis M.) é uma planta herbácea da família das Labiadas - a mesma da hortelã, melissa, orégano, tomilho, alecrim e manjericão. Acredita-se que a manjerona foi introduzida no Ocidente durante a Idade Média, possivelmente pelas Cruzadas. Popularmente, a manjerona também é conhecida como manjerona-verdadeira, majerona-inglesa, flor-de-himeneu, majerona-hortensis e amáraco. A mitologia grega faz referência à manjerona como a erva preferida de Afrodite, a deusa do amor, que a teria usado para curar as feridas de Enéias. Aliás, para o povo grego, a planta era símbolo da felicidade, tanto que era plantada na frente das casas como sinal de boas-vindas. Gregos e romanos a usavam para tecer coroas para os recém-casados e até hoje a erva é associada à felicidade conjugal. Usada na Antigüidade como afrodisíaco, também apresentava propriedades relaxantes: o poeta Virgílio destaca seus poderes para favorecer um sono repousante e tranqüilo. O responsável pelas propriedades medicinais da manjerona é seu princípio ativo, constituído por tanino e óleo essencial, que garante o efeito expectorante e digestivo. Na forma de chá, a erva pode ajudar no tratamento contra o reumatismo e todas as formas de artrite. A inalação feita com a erva ajuda a eliminar o muco nas gripes e resfriados, prevenindo sinusites. Na cosmética caseira, a planta é usada em banhos relaxantes e como tônico capilar. Na aromaterapia, sua fragrância suave e calmante aquece e reconforta, daí sua ação benéfica sobre o sistema nervoso. O óleo essencial atua positivamente no metabolismo e nos órgãos genitais. Com tantas virtudes fitoterápicas e aromáticas, a manjerona acabou chegando à cozinha. E com boas razões, pois a erva enriquece o sabor dos alimentos e ainda estimula os processos digestivos. De odor penetrante, sabor quente e levemente picante, a manjerona pode substituir o tomilho (ou ser combinada com ele) em algumas receitas, sendo o condimento preferido para temperar assados, molhos para carnes, costeletas, etc. Nas pizzas e molhos de tomate, cumpre com louvor a função do orégano. É preciso observar, porém, que a manjerona é mais doce e perfumada que estas ervas. Planta melífera Planta herbácea de caule quadrangular, um pouco lenhoso na base e flexível na parte superior, a manjerona forma pequenas touceiras de 30 a 60 cm de altura. As folhas são pequenas - medem até 2 cm de comprimento -, ovais, opostas, pecioladas, de coloração verde-acinzentada na face superior e aveludadas na face inferior. As flores, de coloração branca, violácea ou rosada, também são pequenas. As flores abertas são muito procuradas pelas abelhas e borboletas. Os botões ainda fechados guardam as flores quase escondidas por brácteas nodosas. O fruto produz sementes muito finas, semelhantes às do manjericão, mas a manjerona só gera as sementes depois que a planta atinge dois anos de vida. Aliás, algumas semelhanças entre a manjerona, o orégano e o manjericão já geraram grandes confusões. Por muitos séculos, a manjerona foi confundida com o orégano e, pelo menos em relação ao nome comum, a confusão persiste até hoje. O orégano às vezes é vulgarmente chamado "manjerona silvestre" ou "manjerona selvagem". A manjerona pode se propagar por sementes, divisão de touceiras ou estaquia. É uma planta perene em regiões de clima quente, porém, em climas muito frios é anual por não suportar temperaturas muito baixas. A planta gosta de solos arenosos ou areno-argilosos, ricos em matéria orgânica e com boa drenagem, com pH entre 6,0 e 7,0. O clima úmido é ideal, entretanto, é preciso atenção: o solo não deve ser excessiva e constantemente molhado. As plantas que crescem e se desenvolvem em climas secos e com temperaturas elevadas adquirem um sabor mais apimentado e apresentam odor mais forte, penetrante e amargo. Quando o objetivo do plantio for apenas as folhas, sem as flores, é recomendável retirar as pontas dos ramos que ameaçam formar os futuros órgãos florais e flores. Isso pode ser feito com o auxílio de uma tesoura ou simplesmente com os dedos Assim, as folhas se desenvolverão mais vigorosas. Já para a colheita de flores, a planta florida deve ser cortada no momento em que as primeiras flores se abrem, mas antes que os demais botões florais na mesma haste tenham se aberto completamente. Usos Na Europa, o suco da manjerona já foi muito usado para lustrar móveis e tingir lãs de vermelho-púrpura. Hoje, em muitos países, indústrias especializadas utilizam a erva para aromatizar bebidas, condimentos, carnes, sopas em pó, sorvetes, balas, etc. Como relaxante, a manjerona pode ser combinada com o alecrim e a menta, no preparo de um delicioso banho calmante. O vinagre feito com a erva também pode ser misturado na água do banho ou friccionado no corpo para se recuperar do cansaço físico. Dicas de cultivo Luminosidade: sol pleno, principalmente em locais de clima frio. Solo: leve e rico em matéria orgânica Adubação: recomenda-se a adubação orgânica, mas pode-se aplicar de forma moderada, fertilizantes químicos ricos em fósforo (P) e nitrogênio (N). Regas: sempre quando o solo se apresentar seco na superfície. Melhor época para o plantio: por sementes o ideal é na primavera, por estacas de galhos pode-se plantar em qualquer época do ano.
  


A manjerona (Origanum majorana, Lamiaceae) é uma erva ou planta perene (mas sensível ao frio), com sabores doces do pinho e do citrino.

A manjerona é cultivada para suas folhas aromáticas, verde ou seca, para o uso culinário; são cortadas enquanto as plantas começam a florescer e secados lentamente na sombra. É usada freqüentemente em combinações das ervas tais como Herbes de Provence e Za\\\'atar.

Espécie relacionada

O orégano ou orégão (Origanum vulgare, alistado às vezes com manjerona como Origanum majorana) é chamado também Manjerona Selvagem. É uma planta perene comum em Europa do sul em bosques secos e em cercas-vivas, com muitas hastes grossas 30-80 cm elevado, carregando as folhas tanto ovate e flores roxas. Tem um sabor mais forte e uma qualidade mais penetrante.

Também é usada nas procissões da Semana Santa de Pirenópolis, pois seu cheiro é muito forte. É uma tradição de séculos.

Na medicina ou na culinária são usadas as folhas secas ou verdes, seja em receitas ou sob a forma de chá.
Ao ser usada como tempero, a manjerona é um poderoso estimulante do aparelho digestivo, combate as cólicas, gastrite e os dolorosos efeitos que os gases produzem.
Se usada no banho, a manjerona combate o reumatismo, a fraqueza e o cansaço muscular e nervoso.
Como cataplasma, suas folhas são excelentes auxiliares no tratamento para desinflamar tumores, feridas e também nos torcicolos.
As compressas locais, feitas a partir das folhas de manjerona, são usadas para acalmar as dores reumáticas.
E, nas gripes fortes, a inalação de suas propriedades ajuda a eliminar o catarro mais facilmente, prevenindo assim uma possível sinusite.
  


Outras informações sobre Manjerona:

Palavras com 9 Letras
A Palavra Manjerona possui 9 Letras
A Palavra Manjerona possui 4 vogais - a e o a
A Palavra Manjerona possui 5 consoantes - m nj r n
A Palavra Manjerona ao contrário: Anorejnam
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