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Respiração

3 Definições encontradas.
 

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Substantivo, feminino singular

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Significados de Respiração :

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1. Respiração

Por (Portugal) em 22-01-2010

S.f.
1 - Designação do processo de trocas gasosas que ocorre ao nível dos alvéolos pulmonares. É através deste processo que o oxigénio inspirado do ar ambiente é transportado pelo sangue arterial, alcança as diferentes células do corpo e é por elas utilizado no metabolismo, enquanto o dióxido de carbono (ou anidrido carbónico) segue o circuito inverso, isto é, é eliminado pelas células por troca com o oxigénio e é transportado no sangue venoso até aos pulmões, onde é expirado por troca com o oxigénio do ar ambiente.
A respiração é controlada pelo centro respiratório localizado no cérebro; embora não seja necessário esforço consciente para inspirar e expirar o ar ambiente, a amplitude e a frequência dos movimentos respiratórios podem ser alteradas voluntariamente.
Durante o exercício físico, o coração e músculos consomem mais oxigénio, pelo que os reflexos induzem rapidamente aumento da frequência respiratória. Esta pode variar, no adulto em repouso, de 13 a 17 movimentos respiratórios por minuto até 80 movimentos respiratórios por minuto durante os esforços mais violentos. Um recém-nascido tem uma frequência respiratória de cerca de 40 ciclos por minuto.
2 - COMO É QUE O AR ENTRA NOS PULMÕES ?
Quando o ar é inspirado, o diafragma (que em repouso tem a forma de uma abóbada ou cúpula) contrai-se e desce, comprimindo as vísceras abdominais. Por sua vez, os músculos torácicos intercostais contraem-se e empurram o tórax para cima e para fora. Estes movimentos aumentam as dimensões da cavidade torácica, permitindo que os pulmões se expandam e inspirem o ar ambiente. Quando o ar é expirado, os músculos torácicos e o diafragma relaxam-se, diminuindo o volume intratorácico, o que conduz à compressão dos pulmões e consequente expulsão do ar que contêm.
Os pulmões não enchem completamente durante a inspiração nem esvaziam completamente durante a expiração. Em geral, na respiração normal apenas cerca de um terço do ar dos pulmões é expirado e substituído pela mesma quantidade de ar inspirado. Este ar renovado (volume de ar corrente) mistura-se com o ar remanescente (volume residual) já existente nos pulmões.
Os pulmões do homem comportam cerca de 6 l de ar, e os da mulher, cerca de 4,25 l. Em repouso, o volume de ar inspirado pelos pulmões é cerca de 400 ml; a inspiração profunda pode atingir 3 a 4 l de ar.
3 - A função respiratória permite fornecer a energia necessária às várias células do organismo. As células obtêm esta energia principalmente através do metabolismo aeróbio da glucose, o que exige um fornecimento constante de oxigénio. É através da respiração que o oxigénio do ar é inspirado nos pulmões e depois transferido para o sangue arterial circulante, que o transporta para as células. O metabolismo intracelular da glucose e oxigénio (respiração celular) produz a libertação de dióxido de carbono, que é removido pelo sangue venoso para os pulmões e eliminado através da expiração.
4 ? Fases da respiração:
4.1 ? O ar ambiente, contendo oxigénio, é inspirado para dentro dos pulmões e atinge os alvéolos pulmonares. O oxigénio transfere-se do ar para dentro dos vasos sanguíneos localizados em redor dos alvéolos.
4.2 - O sangue saturado de oxigénio (sangue arterial) sai dos pulmões através das veias pulmonares para a aurícula esquerda do coração.
4.3 -O sangue arterial passa da aurícula esquerda para o ventrículo esquerdo, de onde é bombeado através da aorta para os diferentes tecidos e órgãos. O oxigénio é transportado pelo sangue através dos glóbulos vermelhos (fixado à hemoglobina: oxi-hemoglobina).
4.4. Através dos vasos capilares, o sangue arterial fornece oxigénio (e outros nutrientes) aos diferentes tecidos e células do corpo e retira depois através do sangue venoso os produtos de eliminação do metabolismo intracelular - água e dióxido de carbono,
4.5 - No interior das células, a glucose e o oxigénio participam numa série complexa de reações que fornecem a energia indispensável à vida das células. Nesse processo metabólico, a glucose converte-se em dióxido de carbono e água.
4.6 - O dióxido de carbono é retirado pelo sangue venoso para o coração direito, depois passa para os pulmões através da artéria pulmonar e aí, ao nível dos alvéolos pulmonares, é eliminado para o a por troca com o oxigénio.
5. VOLUMES RESPIRATÓRIOS
Uma das formas de o organismo responder às diferentes necessidades de oxigénio consiste em alterar os volumes respiratórios, que podem variar entre 0,5 l em repouso até 4,5 l (valor, próximo da capacidade máxima vital) durante os exercícios mais violentos.

TIPOS DE RESPIRAÇÃO
a) Respiração torácica ? É a respiração que a quase totalidade das pessoas realiza no dia-a-dia e é a mais pobre e incompleta; é o estilo barriga para dentro, peito para fora. Quando se enche o peito de ar, encolhendo a barriga, está-se usando apenas a musculatura do tórax. Esse é o tipo de respiração de quem está fazendo um exercício físico intenso. E é também o tipo de respiração de quem está sob pressão. Nesse último caso, ocorre uma superficialização dos movimentos, entrando menos ar em cada movimento, mas com um grande número de inspirações e expirações. O resultado é acúmulo de ar viciado, pobre em oxigénio, além de tensão muscular.
É importante referir que, durante a respiração torácica, a parte inferior dos pulmões não é suficientemente oxigenada, resultando daí a ocorrência de muitos resfriados e, em alguns casos, tuberculose, entre outras doenças.
b) ? Respiração abdominal ou diafragmática: Observe uma criança pequena dormindo. Veja como a sua barriguinha sobe e desce, numa calma de fazer inveja. Essa é a respiração diafragmática ou abdominal. Já a mesma criança chorando ou assustada realiza a respiração torácica.
A respiração diafragmática ocorre em situações de calma e, muito importante, é capaz de diminuir a reação de alarme.
O diafragma é o músculo que separa o abdome do tórax, e pode ser controlado com o mínimo de atenção.
Num local calmo, em casa, passe a provocar a respiração diafragmática, da seguinte maneira:

PRATICANDO A RESPIRAÇÃO ABDOMINAL OU DIAFRAGMÁTICA
?deitado, coloque uma mão na barriga, logo acima do umbigo, e a outra no peito;
?inspire o ar muito lentamente, procurando fazer de sua barriga um balão expandindo-se. A mão que está sobre a barriga deve subir e a mão que está no peito deve mexer-se muito pouco. Respire com calma, de maneira regular e suave.
?expire muito lentamente, mais ou menos na mesma velocidade que inspirou. Deixe sair todo o ar. Se aguentar, fique um ou dois segundos, antes de começar um novo ciclo.
Quando dominar esta técnica, você pode desencadear a respiração abdominal quando desejar ou precisar. Passe a empregá-la em situações de tensão. Pode ser no meio de uma reunião, uns momentos antes de receber um cliente importante, no meio do trânsito, etc.
c) - Respiração completa ? Na respiração completa todo mecanismo respiratório entra em ação. Cada músculo respiratório é usado e cada célula aérea dos pulmões enche-se de ar vital. A respiração completa é combinação de três métodos respiratórios: respiração abdominal, respiração torácica e respiração superior. Uma vez dominada a respiração abdominal, você estará pronto para começar a respiração completa. Seu aprendizado é mais fácil quando se está deitado; depois poderá ser praticada estando você sentado, em pé ou até mesmo caminhando.
Deite-se de costas com os braços esticados ao longo do corpo. Primeiramente respire abdominalmente de forma profunda. Depois continue a inspirar enquanto expande profundamente o tórax. Neste estágio o abdome baixará de novo, mas é assim que deve ser. Simplesmente esqueça do abdome enquanto estiver expandindo o tórax. O terceiro estágio, a respiração superior, é feito por leve elevação dos ombros e clavículas. Prenda a respiração durante alguns segundos, expire vagarosa e uniformemente, sem prestar atenção particular aos ombros, tórax ou abdome.
A inalação é contínua, embora no início a respiração completa consista em três movimentos distintos, Gradualmente os movimentos encadear-se-ão uns aos outros, produzindo no corpo um movimento semelhante ao das ondas.
Os benefícios da respiração profunda não são apenas fisiológicos, mas também psicológicos. A respiração profunda contribui para afastar temores, preocupações e ansiedades. Há um estreito relacionamento entre a ação respiratória e o estado da mente. Quando estamos nervosos, respiramos mais rápido. Revertendo o processo - respirando mais devagar propositadamente - poderemos acalmar a mente. Há uma crença indiana que seria interessante lembrar. Assegura que o homem recebe ao nascer um número certo de respirações e, consequentemente, respirando mais devagar viverá mais tempo. Há grande sabedoria nesta simples ideia.
d) Respiração Yogue ? Com a respiração comum, absorvermos e extraímos uma quantidade normal de Prana (energia existente no ar, do sânscrito ?respiração?), mas por meio da respiração educada e regulada (geralmente conhecida por respiração yogue), ficamos em condições de extrair uma quantidade maior, que se concentra no cérebro e centros nervosos para ser utilizada quando necessária.
Podemos armazenar Prana, da mesma forma que os acumuladores armazenam eletricidade.
Os numerosos poderes atribuídos aos ocultistas avançados são devidos, em grande parte, aos conhecimentos sobre o Prana e ao uso inteligente que fazem desta emergia acumulada.
Aquele que possui a faculdade de armazenar Prana, consciente ou inconscientemente, irradia com frequência vitalidade e força, que é sentida por todos aqueles que entram em contato com ele; e essa pessoa pode comunicar sua força a outras e fornecer-lhes aumento de vitalidade e saúde.
As chamadas curas magnéticas produzem-se por meio de Prana, muito embora os magnetizadores ignorem completamente a origem do seu poder.
Se representarmos Prana como princípio ativo do que chamamos VITALIDADE, poderemos formar uma ideia muito mais clara do papel importante que desempenha em nossa vida.
Da mesma forma que o oxigénio do sangue é consumido pelas necessidades do sistema, a provisão do Prana é esgotada pelos nossos pensamentos, volições, etc., tornando-se, portanto, necessária uma reposição contínua.
Cada pensamento, esforço de vontade ou movimento de um músculo, gasta certa quantidade do que chamamos força nervosa, a qual é, na realidade, uma forma de Prana.
Para mover um músculo, o cérebro envia um impulso aos nervos e o músculo contrai-se, ocasionando um dispêndio de Prana proporcional ao esforço realizado.
Tendo-se em conta que a maior soma de Prana adquirida pelo homem vem por meio do ar inalado, é fácil compreender a importância de uma respiração correta.
A filosofia yogue ensina que o método normal de respiração é o de tomar o ar através das fossas nasais, e que muitas das enfermidades às quais está sujeito o homem civilizado, indubitavelmente são causadas pelo hábito comum de respirar pela boca.
Os meninos a quem se permite respirar dessa maneira crescem com a sua vitalidade alterada, sua constituição é debilitada e em tenra idade tornam-se, às vezes, inválidos.
Muitas enfermidades contagiosas contraem-se em virtude do repugnante costume de se respirar pela boca, e numerosos casos de resfriamentos e afeções catarrais têm a mesma origem.
Há pessoas que, para salvar as aparências, mantêm a boca fechada durante o dia, mas persistem em respirar pela boca durante a noite e, desta maneira, adquirem enfermidades.
O aparelho protetor ou filtro dos órgãos respiratórios consiste unicamente nas fossas nasais. Quando se faz a respiração pela boca, nada existe no organismo que filtre o ar, detendo o pó ou qualquer outra substância em suspensão. As fossas nasais são dois canais estreitos e tortuosos que contêm numerosos pêlos destinados a servir de filtro que detém as impurezas do ar, as quais são, imediatamente, expelidas pelas exalações. As fossas nasais não têm apenas essa função; desempenham também a tarefa de aquecer o ar.

RATICANDO A RESPIRAÇÃO COMPLETA
I - De pé ou sentado, com o busto ereto, respirando pelas fossas nasais, inspire vigorosamente, enchendo primeiro a parte inferior dos pulmões, o que se obtém pondo em movimento o diafragma, o qual ao descer, exerce leve pressão sobre os órgãos abdominais e empurra a parede frontal dos pulmões, dilatando a costelas, esterno e peito. Enche-se imediatamente a parte superior do peito, levantando-o, incluindo os seis ou sete pares de costelas superiores.
Com um movimento final, a parte inferior do abdome se contrairá ligeiramente, apoiando os pulmões e auxiliando a encher a parte superior.
À simples leitura, parecerá que esta respiração consiste em três movimentos distintos; no entanto, essa ideia não é exata.
A inalação é contínua a toda a cavidade torácica, desde o diafragma até ao ponto mais elevado do peito, na região clavicular, dilatando com movimento uniforme.
Devem-se evitar as inalações bruscas e esforçar-se para obter uma ação regular e contínua. A prática vencerá rapidamente a tendência de dividir a inalação em três movimentos, e dará resultado uma inspiração contínua e uniforme.
II ? Retenha a respiração alguns segundos.
III ? Exale lentamente mantendo o peito em posição firme, retraindo um pouco o abdome e elevando-se vagarosamente à medida que o ar deixa os pulmões. Quando o ar for completamente expulso, afrouxam-se o peito e o abdome.
Alguma prática tornará fácil esta parte do exercício e, uma vez adquirida, o movimento executar-se-á quase automaticamente.
Notar-se-á que, por este método de respirar, todas as partes do aparelho respiratório entram em ação e todas as partes dos pulmões funcionam, inclusive as mais afastadas células de ar. A cavidade do peito expande-se em todas as direções.
Observar-se-á também que a respiração completa é, na realidade, uma combinação das respirações torácica e diafragmática ou abdominal, sucedendo-se rapidamente na ordem indicada e de tal maneira que formam uma respiração uniforme, contínua e completa.
Praticando-se este exercício em frente a um espelho grande, e colocando-se ligeiramente a mão sobre o abdome de forma a se poder sentir os movimentos, notar-se-á que isso ajudará muito a compreender o mecanismo da respiração completa.
No fim da inalação, é útil levantar, de vez em quando, os ombros que, por sua vez, elevam as clavículas e permitem o ar passar livremente ao pequeno lóbulo superior do pulmão direito, onde se origina algumas vezes a tuberculose.
A princípio, encontrar-se-ão mais ou menos dificuldades para se conseguir a respiração completa; porém, com um pouco de prática, elas desaparecerão e, quando adquirida, não se voltará mais aos métodos antigos.

6 ? EFEITOS FISIOLÓGICOS DA RESPIRAÇÃO COMPLETA
Nunca se dirá demasiado sobre as vantagens que resultam da prática da respiração completa; entretanto, o estudioso que leu com atenção as páginas precedentes terá apenas necessidade que se lhe assinalem tais vantagens.
A prática da respiração completa imunizará qualquer homem ou mulher contra a tuberculose e outras enfermidades pulmonares, afastando até a possibilidade de se contraírem resfriados, bronquites, etc.
A tuberculose é devida, principalmente, à diminuição de vitalidade, que pode ser atribuída à inalação insuficiente do ar. A diminuição de vitalidade deixa o organismo sem defesa contra os ataques dos germes da enfermidade.
Uma forma de respirar incompleta permite a uma parte considerável dos pulmões permanecer inativa, oferecendo assim um terreno preparado aos bacilos, que rapidamente o invadem, produzindo os maiores estragos. Um tecido pulmonar bom e são resistirá aos germes e a única maneira de manter o tecido em tais condições é utilizar devidamente os pulmões.
Os tísicos têm comumente o peito estreito. Que significa isso? Simplesmente que têm usado modos impróprios de respiração e, por consequência, o seu peito não pôde desenvolver-se.
A pessoa que pratica a respiração completa terá um peito amplo, bem desenvolvido. A de peito acanhado poderá fazê-lo adquirir proporções normais, adotando tão-somente aquele método de respirar, e deve praticá-lo, se quiser ampliar a sua cavidade torácica e tiver amor à sua vida.
Os respirados podem-se evitar muitas vezes, quando se está em perigo de contraí-los, fazendo vigorosamente umas tantas respirações completas.
Quando se sente frio, bastará respirar com vigor alguns minutos para que o corpo adquira calor. Muitos resfriados podem ser curados por Maio da respiração completa, e com abstenção parcial de alimentos durante o dia.
A qualidade do sangue depende, em grande parte, da sua devida oxigenação nos pulmões e, se esta oxigenação é incompleta, o sangue empobrece, carrega-se de toda a espécie de impurezas, o sistema sofre por falta de nutrição e envenena-se por causa dos detritos produzidos.
Como todo o corpo, cada parte, cada órgão depende do sangue para a sua nutrição. É, pois, evidente que um sangue impuro produzirá efeitos prejudiciais sobre todo o organismo. O remédio é simples: pratique-se a respiração completa yogue.
O estômago e outros órgãos de nutrição sofrem muito com a respiração imperfeita. Não somente se eles nutrem mal, porque lhes falta oxigénio, como também o alimento, tendo de absorver oxigénio do sangue antes de ser digerido e assimilado, é fácil ver que a digestão e a assimilação sofrem por causa da respiração defeituosa.
O próprio sistema nervoso também sofre com a respiração incompleta, da mesma forma que o cérebro, a medula espinal e os centros nervosos se tornam pobres e insuficientes para gerar, armazenar e transmitir as correntes nervosas, quando não são suficientemente nutridas pelo sangue. Existe ainda um outro aspecto do assunto, e esse é que as mesmas correntes nervosas, ou antes, as forças que elas emanam, diminuem por falta de uma respiração correta.

7 - ALGUNS FRAGMENTOS DA TRADIÇÃO YOGUE
Vamos, agora, dar três formas de respiração muito usuais entre os yogues.
A primeira é a bem conhecida respiração purificadora yogue, à qual se atribui particularmente a grande resistência pulmonar dos yogues.
Habitualmente eles terminam cada exercício de respiração com a respiração purificadora e nós seguiremos neste trabalho o mesmo processo.
Daremos também o exercício vitalizador dos nervos, que tem sido transmitido de geração em geração entre os yogues, exercício que não foi nunca aperfeiçoado pelos mestres dos exercícios físicos no Ocidente, ainda mesmo por aqueles que o tomaram emprestado aos mestres de Yoga.
Terminaremos o capítulo com a respiração vocal (não se confunda com bucal), à qual se deve, em grande parte, a voz melodiosa, vibrante e formosa dos yogues orientais. Refira-se que esses três exercícios constituem uma forte de energia revitalizadora de um valor incalculável.

?RESPIRAÇÃO PURIFICADORA YOGUE (purifica a voz)
1. Inalar uma respiração completa;
2. Reter o ar alguns segundos;
3. Pôr os lábios em atitude de assobiar (mas sem inchar as bochechas) e exalar com vigor considerável um pouco de ar pela abertura formada pela boca. Reter um momento ainda o ar armazenado e depois expulsá-lo em pequenas porções até o fim.

?RESPIRAÇÃO YOGUE REVITALIZADORA DOS NERVOS
1. De pé, com o corpo erecto;
2. Inalar uma respiração completa e retê-la;
3. Estender os braços para a frente, um tanto frouxos, somente com a força necessária para mantê-los nessa posição;
4. Trazer as mãos lentamente até aos ombros, contraindo gradualmente os músculos e comunicando-lhes força, de forma que, quando os punhos chegarem aos ombros, estejam tão fortemente fechados que possam produzir um movimento de trepidação;
5. Conservando os músculos rígidos, levar os punhos lentamente à posição anterior e, mantendo-os em estado de tensão, atraí-los rapidamente, repetindo-se o movimento várias vezes
6. Exalar vigorosamente pela boca;
7. Praticar a respiração purificadora;

?RESPIRAÇÃO VOCAL YOGUE (PARA TORNAR A VOZ TRANSPARENTE)
1. Inalar uma respiração completa, muito lenta e contínua, pelas narinas, fazendo durar a inalação durante alguns segundos;
2. Reter a inalação alguns segundos;
3. Expelir o ar vigorosamente num sopro, através da boca aberta;
4. Dar descanso aos pulmões por meio da respiração purificadora.

Do latim respiratione-,?idem?


A respiração é um conjunto de ações que inclui inspiração e expiração que assegura as trocas de oxigénio e gás carbónico entre a atmosfera e as células do organismo.



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2. Respiração

Por (RJ) em 14-12-2011

É um processo composto por dois atos; a inspiração (entrada de ar nos pulmões) e a expiração (saida de ar).

Nós podemos ver a respiração e seus dois atos pelos movimentos rítmicos e contínuos do torax.


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3. Respiração

Por (SP) em 13-06-2008

Ato de respirar.

Ele sobreviveu, ele conseguiu respirar.

Outras Informações:

Palavras com 10 letras

A palavra possui 5 vogais - e i a ao
A palavra possui 5 consoantes - r sp r c
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