Carioca

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20. Candomblé

O Candomblé, como é entendido hoje, é uma religião que começou a se formar na Bahia, por volta dos séculos XVIII e XIX, como uma mistura das tradições do Calundu, trazidas da África pelos escravos, com o Catolicismo Romano, única expressão religiosa permitida no Brasil na época. Mas ele foi organizado de uma forma mais definitiva em meados do século XX, por Pierre Verger, sacerdote de Ifá.
Antes disso, pelo fato de ser proibida qualquer manifestação religiosa que não fosse católica romana no Brasil, os escravos criaram um código, identificando cada orixá (divindade do Candomblé) com um personagem do Catolicismo Romano: Oxalá com Jesus, Iemanjá com Maria, Xangô com o Arcanjo Miguel, Iansã com Santa Bárbara, Exu com o diabo... E assim, os escravos continuavam adorando as divindades do Candomblé, mas chamando cada uma pelo nome do personagem católico ao qual ela tinha sido identificada. E na maioria das vezes, os portugueses desconfiavam de nada.
Atualmente, já podemos encontrar grupos africanizados, que procuram seguir os rituais da forma mais próxima possível de como eram seguidos na África, antes dos africanos serem trazidos como escravos ao Brasil, evitando influências católicas.
No Candomblé se acredita num Deus Supremo, Olodumare, e em deuses menores que ficam abaixo Dele, os orixás.
Tradicionalmente, os praticantes do Candomblé não acreditam no diabo, pois não há nessa cultura nenhuma divindade com o mesmo tipo de personalidade do diabo.
A maioria dos praticantes do Candomblé reconhecem como autoridade o sacerdote ou a sacerdotisa que dirige aquele grupo específico do Candomblé.
Os sacerdotes e as sacerdotisas do Candomblé fazem feitiços, encantos e simpatias se dirigindo sempre ao orixá a quem eles se dedicam e cantando hinos de louvor a esse orixá.
Os praticantes do Candomblé, em geral, vêem as situações boas e más pelas quais eles passam apenas como determinações dos orixás a quem eles servem.
Eventualmente, no Candomblé é permitido que se sacrifiquem animais para fazer a comida que vai ser servida nos rituais.

19. Bruxo

Nome genérico para pessoas que praticam alguma religião pagã (geralmente matriarcal ou, pelo menos, com o lado matriarcal mais desenvolvido do que nas religiões judaico-cristãs), na qual é comum o uso de encantos ou simpatias.

18. Bobagem

Qualquer coisa sem importância.

17. Yetis

Espécie de criaturas antropóides que, de acordo com a crença folclórica do Himalaia, existem naquela cordilheira.
Já foram encontrados no Himalaia restos mortais fossilizados de macacos que viveram ali há cerca de 1 milhão de anos, atualmente identificados como Gigantopithecus.
Eram criaturas bem abrutalhadas e tinham por volta de 3 metros de altura.
Com base nessas descobertas, certos criptozoólogos defendem que as lendas sobre os yetis podem ter começado quando algum camponês encontrou os ossos ou a carcaça fossilizada de um Gigantopithecus. E então imaginou um monstro com uma aparência correspondente àqueles restos mortais.
Alguns criptozoólogos, inclusive, defendem a possibilidade de que ainda existem yetis vivendo nas partes mais isoladas do Himalaia.

16. Palustre

Relativo a pântano.

15. Hinduísmo

Religião politeísta, originária do território que atualmente pertence à Índia.
Tem como base os Livros Sagrados conhecidos como Vedas.
Seus praticantes, denominados hindus, estão divididos em vários grupos, que, ao todo, servem a 33 milhões de deuses, sobre os quais ficam os Três Deuses Maiores: Brahma, o Criador; Vishnu, o Mantenedor; e Shiva, o Destruidor.
Os grupos hindus, na maior parte das vezes, são as próprias castas da sociedade indiana, embora uma coisa não esteja inevitavelmente ligada à outra.
Ao contrário das religiões judaico-cristãs, o Hinduísmo não rejeita homossexuais e bissexuais entre os seus praticantes, mesmo que eles tenham vida sexual ativa.

14. Glande

cabeça do pênis
Extremidade do pênis e parte mais sensível desse órgão.
É arredondada e costuma ter uma coloração próxima do rosa ou do roxo.

13. Economia

Uso controlado do dinheiro, evitando que esse seja gasto com coisas inúteis.

12. Falecido

Aquele que não está mais vivo.

11. Gork

Abreviação de God Only Really Knows, ´´Só Deus sabe realmente o que é isso``, em Inglês.
Um gork é uma criatura tão aberrante, tão diferente de tudo e tão fora do comum que não é possível defini-la como membro de um grupo de outras criaturas.

10. Monstro

Criatura, geralmente com uma aparência bastante feia ou abrutalhada, que não se parece em nada ou quase nada com as criaturas comuns.

9. Valete

Homem (geralmente jovem).

8. Verborrágico

Pessoa que usa uma quantidade excessiva e geralmente irritante de palavras para dizer coisas de pouco conteúdo ou sem importância.

7. Homofobia

Perseguição direta ou indireta contra indivíduos homossexuais.

6. Heterofobia

Reação dos homossexuais contra os heterossexuais que demonstram homofobia.


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